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Thais Souza

PO# 29541
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Brasileira, aprendiz de poeta!
July 22, 2014
Paulista, República Federativa do Brasil

Eu poderia ser Bukowski
Lemiski, Drummond
Quem sabe Lispector
Queiroz, Kahlo
Um gênio Caetanense
Cazuza, Cartola
Poderia ser Pessoa. Abreu
Veríssimo, Leminski
quem sabe Assis
Mas não eu sou apenas um aprendiz,
de todos e de ninguém.

Thaís Souza

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PO#29541
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July 15, 2014
Paulista, República Federativa do Brasil

Loucura Poética

Não sou boa poeta,
não como estes que escrevem
com tamanha precisão e destreza,
comparado a eles sou apenas eu
uma poeta que não é boa mas que faz poesia
no intuito de estar cada vez melhor
e se melhor não posso ser
quem sabe esta poesia não toque você
como me toca a cada letra que toco
e você não entende
Poesia é coisa de louco, demente
gente de mente que usa a loucura
para ver se você entende.

Thaís Souza

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PO#29541
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July 15, 2014
Paulista, República Federativa do Brasil

VESTIR-SE DE AMOR.

Com bolsa de lado
sorriso ensaiado
lá vai, menino trajado
vestido de amor
traz cheiro de flor
quando passa encanta
lá vai o menino
trajado e bonito
disfarçar sua dor,
vestir-se de amor.

Thaís Souza

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June 20, 2014
Paulista, Brasil

O mundo e o medo
Face enrugada
à estampa do medo
é assim que se vê as faces
Nas ruas e becos
Já são 11 da noite
Ninguém está nas ruas
Não há ninguém na calçada
Ninguém observa a lua
Nas poucas faces que vejo
Irreconhecíveis estão
Estampadas pelo medo
Cegas pela escuridão, silêncio
Qualquer barulho desconfio,
Já são 11 da noite
O medo é a moda da rua.

Thaís Souza

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June 20, 2014
Paulista, Brasil

No teu olhar
Noite sem luar
Opaca, apagada esta
Escondida sobre as nuvens
Onde reina a escuridão
Na janela do meu olhar
Me vejo divagar ao longe
Apagando as nuvens
Para desenhar a lua
Que se esconde
No horizonte.

Thaís Souza

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June 18, 2014
Paulista, Brasil

As flores secaram
As gotas de chuvas
Já não te tocam mais
É triste, é assustador
É como uma queda solitária
Onde apenas eu desço
De encontro ao chão
A trovões, a clarões
Barulhos me assustam
Mas é inútil, minhas folhas estão
Espalhadas pelo chão
As flores secaram,
É o fim da estação.

Thaís Souza

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June 17, 2014
Paulista, Brasil

Que a vida seja feita de instantes, instantes inesgotáveis que se prorroguem o suficiente para valer a pena de todos os erros que te fizeram chegar aqui.

Thaís Souza

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June 17, 2014
Paulista, Brasil

Amazônia esmeralda

Debaixo
Do céu
Se esconde
O tesouro do mundo
A esmeralda da nação
No céu safira
Na água diamante
Brasil um país rico
Que é pobre em ação
Amazônia, Amazônia
Nossa, que de ninguém é
Se tu tesouro bruto
Arranca-te e anda
Pois conhecida do futuro
Motivo de Guerra és.

Thaís Souza

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June 17, 2014
Paulista, Brasil

O pássaro de canto triste

O pássaro de canto triste
Quando foi voar
Deixou ali, na gaiola enferrujada
As lembranças tristes trancadas
Pois apesar de culpada,
Foi aquela gaiola, somente a enferrujada
Que o ouvi cantar.

Thaís Souza

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June 5, 2014
Paulista, Brasil

Não pode ser

As vezes eu penso
como seria
te ver por aqui.
Seria eu?
Geografia?
Vencer,
ou perder?
Não sei.
Era amor.
Nada mais.
O que dói é ouvir
que nunca (nem jamais)
tenha sido real.
Mas tanto faz, né.
Ora, eu senti cada momento
antes do final.


Thaís Souza

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June 5, 2014
Paulista, Brasil

Meu lado

Não é tão simples
quanto eu digo.
Nem tão complicado
como afirmo.
Estar ao meu lado
é um fardo.
E eu,
minha cara,
vou carregá-lo
sozinho.

Thaís Souza

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May 27, 2014
Paulista, Brasil

Muitas vezes damos importância demais para problemas que não afetam nossa vida em nenhum sentido. Muitas vezes ficamos assustados com o que vai acontecer com o nosso futuro, e esquecemos de que nem o passado nem o futuro importam, apenas o presente. Apesar de todos os problemas, todas as confusões, nunca deixe seu presente ser abalado. Aliás, a vida é uma só, e não existe passado nem futuro depois que morremos, pois ela é feita apenas de presente. Então viva o hoje e seja feliz enquanto há tempo.

Thaís Souza

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May 27, 2014
Paulista, Brasil

E depois?


E quando nós,
acabamos?
E depois?
Como foi pensar
sem você perto
pra me atrapalhar?
Como foi ir ao
cinema?
Como foi imaginar
uma cena
romântica?
Como foi acreditar
que eu não presto?
Como foi errar?
Como errou?
Será que mesmo
depois de tudo
já passou?
Mas e depois
que passar?

Thaís Souza

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May 19, 2014
Paulista, Brasil

um poema de duas faces

O cão late
pra se comunicar
e pra morder
a policia atira
pra salvar
e pra matar.
O vento sopra
pra o rosto refrescar
e pra casa destruir.
O poeta grita
pro eco
e pro ego
o ego rasga amores
amores rasgam flores
(que somos nós)
mas também fazem florescer
vá entender!

Thaís Souza

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May 14, 2014
Paulista, Brasil

Some saudade
ou sumo eu,
some saudade
ou o sumo do eu
desaparecerá!
Junto aos múltiplos
bagaços de laranja
que pelo chão se espalham
some saudade
ou sumo eu
feito bagaço
de uma metade laranja
que não sou eu.

Thaís Souza

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May 14, 2014
Paulista, Brasil

Amor
Me deixe cair
Nesse abismo
Chamado teus olhos

Thaís Souza

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May 14, 2014
Paulista, Brasil

um ser impossível.
faze-te um rio,
seja uma oceano,
fique concreto,
mova montanhas,
corra como um guepardo!

Thaís Souza

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May 12, 2014
 

A poesia que não foi escrita.
A poesia que não foi escrita
tem falsas palavras
tem falsas memórias
falsas lembranças
falsos sentimentos…

A poesia que não foi escrita
tem falsos desejos
tem o que é impossível de se escrever
tem o rosto de pessoas fotografadas
o rosto do poeta…

A poesia que não foi escrita
tem lágrimas que não mancham a tinta da caneta.
A poesia que não foi escrita
vai ser sempre a poesia
que vamos querer escrever!

Thaís Souza

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May 12, 2014
Paulista, Brasil

Mãe
Tu flor
Rosa do jardim
Semente de amor
Com fragrância de jasmim,
Tu flor
Que no seu dia se sinta assim
Flor do dia bela
Que exala em meu jardim.

Thaís Souza

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May 7, 2014
Paulista, Brasil

Marcas.
Pegadas sobre a areia da praia…
o que pode ser mais efêmero?
O vento
A areia sobrepujando as pegadas
A água do mar…

Escritos, xilogravuras nas cavernas…
o que pode ser tão duradouro?
A escuridão noturna
A rocha dura
As figuras…

Thaís Souza

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May 6, 2014
Paulista, Brasil

Fotografias.
Quando a memoria faltar,
quando as imagens de um tempo vivido
parecerem distantes, inalcançáveis,
as fotografias cumprirão seu papel,
vencendo até a velhice!

Thaís Souza

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May 6, 2014
Paulista, Brasil

A insônia.
"Ó lucidez da madrugada,
porque me atormentas?”

Minha mente é movida por mil pensamentos
“monstros” aparecem no escuro de meu cerne
se destacam entre o escuro de meu quarto
lúgubre e bagunçado.

A escuridão de meus olhos
faz sentir-me em um limbo,
longe de todo sonho ameno.

A manhã parece não chegar,
a poesia das palavras
fazem-me ausentes,
fazem-me longínquo:
da paz,
do descanso,
do alívio,
dos sonhos
e até do terror dos pesadelos!

Thaís Souza

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May 6, 2014
Paulista, Brasil

A dois.
Nós dois.
Nó de dois.
Sós depois.
Só nós dois.
Sol a dois.
Mas, ora, pois
O amor se conjuga a dois.

Thaís Souza

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May 4, 2014
Paulista, Brasil

Se quiser me encontrar,
Estarei lá
Na mesma praça,
No mesmo banco,
Duas da tarde.
A mesma de antes,
Com os mesmos problemas,
As mesma angústias.
E também as olheiras,
Dias sem dormir
Pensando se um dia,
Tu e eu
Estaremos novamente aqui
Na mesma praça,
No mesmo banco,
Duas da tarde.

Thaís Souza

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May 4, 2014
Paulista, Brasil

como as estrelas que no céu brilham
seus olhos refletem um brilho afável
que quando cruzam com os meus
cativam-me e encantam-me
como as estrelas do céu
sois encantador e admirável

como as estrelas do céu
fazes-me “perder” o tempo
obeservando-o

como as estrelas do céu
estais distante e
nunca poderei alcança-lo

Mas que
por mais
distante que estejas
nunca deixarei de ama-lo

Thaís Souza

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May 4, 2014
Paulista, Brasil


E assim sobra apenas o vazio,
pelas vezes que não te vi,
pelas lembranças que perdi,
por apenas ter escolhido por você
ou por um nós dois que não vai mais existir.

Foi assim que te perdi,
com o medo que acumulei,
com os segredos que guardei,
com o meu eu que vi aos poucos sumir …

E foi por isso que te deixei,
pelo amor que tenho por ti,
pelo sentimento que espero ver sumir  ..

E pelo que um dia simplesmente escondi.

Thaís Souza

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May 3, 2014
Paulista, Brasil

Quem sou?
Sou um quebra cabeças
Um amontoado de memórias que insistem em mudar
Como um cubo mágico
que tenta se encaixar
Sou a luz divina que quer dar a salvação
pro mais pobre coração
a esperança pra quem perdeu a fé
Quero levar a alegria
pra cada rosto de menina
que ainda sonha em encontrar
aquele sapo mutável que vai fazer tudo mudar.

Thaís Souza

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May 3, 2014
Paulista, Brasil

Entretanto,
Entre tantos,
Meu coração
Te escolheu
Para chamar de seu,
E de tanto te querer
Prendeu-se
No encanto do teu sorriso.

Thaís Souza

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